terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Suicídio

Era uma vez uma garota chamada Safira*. Ela tinha 12 anos e estava no 5º ano (4º série). Sofria obesidade e era alta demais. Safira foi para uma nova escola, lá conheceu a Leninha, a Sophie, a Lúcia e a Ana. Essas quatro podiam lembrar muito bem do dia em que Safira disse: “Um dia eu me mato. Sou doida pra fazer isso. Não gosto de mim, me acho chata. Minha pele é horrível, sou gorda demais, meu cabelo é horrível, sou muito feia e burra”. Claro que aquilo mexeu com as garotas. Como se não bastasse o ego lá em cima, para não dizer o contrário, na mesma turma estudavam dois garotos, que meio que praticavam bullying quanto a Safira.
Leninha estava muito preocupada e falou com a sua tia, que é psicóloga e disse que se a garota voltasse a demonstrar depressão, que Leninha e suas amigas procurassem a psicóloga da escola urgentemente. Deu alguns conselhos também.
Não demorou muito para que a Safira dissesse novamente que pensava em suicídio. Leninha falou com as amigas e elas decidiram convencer Safira a ir à psicóloga. Mas a garota era muito cabeça dura e falou que já tinha feito vários tratamentos e nada adiantou.
Ana tinha problemas com a família (mas não tão sérios) e as meninas usaram isso como desculpa pra tantas idas à psicóloga, que ajudaram muito. Mas não demorou muito para que a Safira descobrisse a verdade. Ao saber o verdadeiro motivo das idas à sala da psicóloga, a menina se rebelou o que gerou muita briga e preocupou ainda mais a todos. Graças a Deus, tudo se resolveu apesar de Safira dar alguns problemas de vez em quando.
Se essas pessoas soubessem do Segredo não teriam passado por nada disso. O Segredo é que tudo o que você pensa, fala, sente vem pra você como um imã. Mas é claro, precisa ter fé. Eu mesma já consegui algumas coisas com isso.
O suicídio sem dúvida é um problema muito grave. Às vezes parece que a vida não faz sentido, que a vida não é a mesma sem determinada pessoa e tudo mais. Mas eu acredito que devemos lutar por cada segundo de vida. Existem milhares de pessoas em hospitais (quando conseguem ser atendidas) implorando pra continuar a viver. Vale mesmo a pena perder a esperança de ter uma vida feliz?


*PS: Os nomes foram alterados


Angela Luiza Arruda

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